The Lord Of The Rings: RPG Conquest 2
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 Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor

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JRR Tolkien
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JRR Tolkien

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MensagemAssunto: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptyQua 02 Fev 2011, 5:45 am

MAPA

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IMAGEM DE GORBATCHEV LIETUVUS

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IMAGEM DE KHILMANDOR

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Última edição por Elu Thingol em Seg 07 Fev 2011, 8:52 am, editado 3 vez(es)
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Arkhorandîl

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MensagemAssunto: Re: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptySab 05 Fev 2011, 1:49 pm

Para se situar: http://images.wikia.com/lotr/images/1/12/Map_of_Beleriand.jpg

História de Arkhorandîl
A história do povo lietuvo começa desde os princípios do mundo, desde a primeira era. Como? Simples, porque os homens acordaram na Primeira Era do Mundo Moderno.
O mundo surgiu, fez-se as florestas, fez-se os maiar, acordou-se os elfos. Neste ponto, a história de Arkhorandîl e do povo Lietuvo começa. Certo dia, um maia acordou em uma clareira numa floresta, de árvores altas e gramas verdes e fofas. A primeira imagem que ele teve foi de pássaros voado acima de sua cabeça, e o primeiro som foi o do farfalhar das folhas dançando com a música dos passáros. Ele, então, se apaixonou pelo mundo natural e tomou sua primeira forma: a de uma criatura semelhante à um elfos, só que de cabelos prateados, pele pálida feito gelo e olhos sem pupilas.
O tempo passou e ele continuou na floresta onde acordara: Neldoreth. Ali ele viu os elfos passarem e um de aparência bruta e inteligente adentrar a mata e não o viu mais sair por mais de quinhentos anos. Ele andava pela floresta, mas sempre sentia a presença de algo poderoso, algo que gostava tanto da natureza como ele, mas nunca chegou a encontrar a origem de tal poder.
Alguns anos depois e se formou o reino de Doriath, brotando elfo em cada caverna e em cada árvore. Arkhorandîl era seguido e perseguido, pois os elfos o achavam um deles mas de alguma linhagem diferente. Mas toda vez que eles faziam barulho, Arkhorandîl evaporava e os observava. Alguns meses se passaram, e o maia descobriu que havia sido firmado um reino naquela floresta, Doriath. Alegre, o maia mudou-se para Menegroth clandestinamente e ali ficou estudando o povo Syndarin. Ele escrevera várias obras, como "A Doutrina Silvestre", um estudo aprofundado sobre a habilidade e treinamento dos sigilosos Sentinelas de Doriath que tanto o impressionava, entre vários outros livros que mais tarde ele levaria para Minas Tirith de Beleriand.
Alguns muitos anos se passaram, e o povo de Fëanor chegou até Menegroth com seus emissários estranhos. Arkhorandîl, amante pela novidade e notícia, admirou as armaduras das hostes Noldorrin e mudou-se para Minas Tirith da Primeira Era com um grande pesar por abandonar seu país de origem e de coração. Mas ali ele não ficou muito tempo, pois a ilusão de um povo culto e civilizado como os Noldor logo se abafou e Arkhorandîl chorou como eles eram evis e ambiciosos, deixando duas obras suas, "Misticismo Noldor" e "Pérolas Noldorrinas", incompletas.

Mas para onde foi o doido? Foi para Haradwaith, região norte de Harad e mais conhecido como Harad Próximo. Ali ele se exilou, vagando pelo deserto, transbordando de frustação. Foi neste momento que ele topou com o povo Lietuvo, que o considerou amigo e o permitiu ir com eles durante a viagem para o oeste. Feliz por conhecer um povo em desenvolvimento, pensou em modá-los à sua maneira, mas acabou descobrindo que as maldades e assombros que Morgoth fez aos homens deixaram uma cicatriz que, embora fechada, nunca sumirá. Tal cicatriz se chama violência.




História do Povo Lietuvo
O povo lietuvo era diferente dos demais homens: eles eram baixos, fortes, tinham cabelos negros e olhos profundos, mentalmente fracos, não tinham nenhuma organização e ainda viviam na era da pedra lascada. Por isso adotaram Arkhorandîl como senhor, pois além de tal maia ter jurado protegê-los e se transformado em um lietuvo velho, ele era o único que sabia o caminho para Beleriand.
Eles marcharam para Doriath, mas devido seus passos curtos e sua lentidão, eles só chegaram a Ossiriand quando o exército anão que havia saqueado Doriath estava retornando, mas Arkhorandîl não sabia disso, embora muitas vezes voasse na forma invisível para ver se identificava perigo na frente. Os anões, quando viram os homens saindo para comprimentá-los, juravam que eles eram os homens nômades de Ossiriand que eram aliados de Doriath, portanto, inimigos. E o massacre começou! Anões com malhas de aço cortando fora os braços dos homens lietuvos, que fugiam para todo lado. Resumindo, ao final da história, a situação ficou pior do que no começo.
Quando debandaram, o povo lietuvo se dividiu em várias casas (vide Glossário) e famílias nômades. Arkorandhîl passou a seguir os principais líderes lietuvos, pois julgava que se eles deviam se desenvolver, se fosse vontade de Eru ou Manwë, eles conseguiriam sozinhos ou morreriam tentando; mas não foi nenhum dos dois. Eles sobreviveram, e por muito tempo a Casa de Ahmadinejad foi rica e numerosa, mas então a sombra de Sauron se abateu sobre a Terra-Média e eles (Ahmadinejad), não tiveram organização para manter-se unidos. Coerente a distância das cidades, elas cortaram seus laços de amizade e seus antigos governadores (os filhos de Ahmadinejad I), passaram a ser soberanos em suas cidades. Dessa forma sugiu a desunião, e então o povo lietuvo perdeu sua pequena Época d'Ourada.




História de Kugadov, Senhor dos Lietuvos

Depois dos Ahmadinejad veio a Casa de Kugadov, o Unificador. Kugadov era filho de um camponês que morava onde agora é a cidade de Khilmandôr. Tal camponês havia conhecido uma jovem "bem-esculpida" e a teria engravidado. Ela sumira, e anos depois visitara o pai de Kugadov, entregando-lhe a criança e saindo em seguida. O pai criou Kugadov até este completar quinze anos, e então decidiu ir em busca de sua amada, deixando Kugadov com seus avós caducos. Mas ele não foi muito longe, pois logo fora interceptado por bárbaros de Enedwaith e perseguido até a foz do Isen, onde foi morto a facadas e jogado no rio, mas seu corpo não foi embora, pois Arkhorandîl o enterrou com dignidade e pensou ter perdido a única chance de reerguer o povo lietuvo.... estava errado!
Alguns anos depois e Kugadov fizera 23 anos. Sem noção de onde estava, quem era ou o que fazia, ele era apenas um sujeito no meio do nada, que não sabia fazer nada a não ser garimpar e plantar na medida do possível. Arkhorandîl então apareceu, na forma de um antílope, e trotou na direção de Kugadov, que começou a correr até cair no chão, mas quando se levantou o antílope virara um homem velho, muito parecido com ele. Não foi necessário muita coisa para que Arkhorandîl conquistasse a confiança de Kugadov e o convencera a ir morar no último refúgio dos Ahmadinejad na Terra-Média e em Endor: o lar de Ahmadinejad VI, no centro de Enedwaith.
Ali Kugadov desenvolveu seu ser mental e tornou-se Representante do Povo Inferior, o que seria um tipo de vereador. Ele conheceu uma jovem da periferia da cidade e se casou com ela, tendo quatro filhos até atinguir a idade dos 58 anos: Ahmadinejad, Kastros, Fellas e Glinadan. Foi nesta época que Ahmadinejad VI morreu, aos 98 anos, jovem demais para ser um lietuvo. Foi no meio de intensas revoltas (pois o povo acreditava que os Ahmadinejad já não eram dignos do trono) que Arkhorandîl bateu à porta de Kugadov e sua família.

Finalmente Kugadov abandonou Enedwaith. Ele viajou por todos os cantos da Terra-Média, em busca dos outros líderes Lietuvos que Arkhorandîl havia encontrado: Burtrus, da Casa de Mediolanum; Kataphras, "regente" dos Ahmadinejad do Anduin e de Harondor; Bagoo, da Família Lietuva de Saralainn (que não tinha uma família real ou uma regime político complexo), entre outras. Uma vez reunidas, as casas deram de tudo e de todos para construír uma nova capital, que fizessem bem o gosto de todos os lietuvos juntos: Khilmandor, a Terra Abençoada dos Seguidores em Syndarin, cujo nome foi escolhido por Arkhorandîl, com o objetivo de honrar ao reino de Doriath, onde sua paixão por tudo o que respira nasceu.
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MensagemAssunto: Re: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptySeg 07 Fev 2011, 11:20 am

Calma garoto!! Ja estamos chegando - Dizia Aldor enquanto respirava com dificuldade devido al cansaço.O Arauto de Saruman acalmava seu cavalo ofegante mas ele estava tao ansado quanto sua montaria. A muito que ele estava viajando sem pausas afim de cumprir sua missao em menos tempo que ela exigia. Seu maior desejo era agradar a seu senhor, mas ao mesmo tempo ele o temia.

Ate que finalmente viu os muros de Khilmandor, e nao tinha duvidas que ja havia sido visto uma vez que a cidade dispunha de varios luxos que Isengard nao tinha.

Diminuiu entao o passo da cavalgada e se aproximou de forma amistosa ate que parou a uma distancia consideravel e bradou:

- Saudações Povo da Terra Abençoada! Sou Aldor e trago mensagem de Lord Saruman de Isengard. Peço que levem-me ate seu Rei em nome do Senhor de Isengard.
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MensagemAssunto: Re: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptySeg 07 Fev 2011, 5:08 pm

Aldor podia sentir algo estranho, uma sensação fria de observação. De relance, ele viu um tipo de cervo, mas com a cabeça grande e redonda, de pele marrom escura e ele parecia olhar nos olhos de Aldor, lendo sua mente. Uma corrente fria veio do sul, cruzando as árvores fazendo suas folhas farfalhar e um zunido assustador, mas logo que o vento passara uma sensação de frescor surgira, e o ar ficou umido.
Até então ninguém havia aparecido. A construção no topo do morro parecia morta, quando observada das muralhas no solo. Alguns segundos e nada, nem sequer sons de pés eram ouvidas. Então foi aí que a muralha se abriu e Burtrus saiu, acompanhado de quatro homens com vestimentas de trapos e martelos em mãos. Burtrus, com sua malha de ferro, desembainhou a espada e se aproximou do cavaleiro, falando alguma coisa na língua de Mediolanum.
Mas então surgiu, de dentro da cidade, um homem velho, de trajes beges e um cajado de madeira. Ele veio, se apoiando no cajado, e sua presença acalmou Burtrus, que embainhou a espada. Logo mais, ele se aproximou do homem e, pondo-se do lado dele e acariciando a crina do cavalo, disse com uma voz serena:


- Cavalo bonito, parabéns. Seu nome?

O homem parecia tranquilo, e transmitia uma serenidade confortável. O cavalo, ao sentir o toque do sujeito, aquietou-se e ficou imóvel, como se estivesse dopado.
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MensagemAssunto: Re: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptyTer 08 Fev 2011, 9:43 am

Aldor

Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor Aldor110

O Ar estava pesado. Aldor sentia como se a paisagem exuberante a sua volta se fechace em sua direção. Por alguns instantes ele pensou em recuar, mas a vontade de Saruman o fazia permanecer ali. O Poder de Saruman encantava as pensoas de tal forma que, mesmo ja estando distante do alcance de sua vóz, o encanto ainda permanecia, dando-os impeto e coragem.

Ate que ouviu-se clangor de portas, e as dobradiças começaram a estalar a medida que abriam. Viu-se entao uma figuira altiva passando pelo arco do portam e avançando em sua direção. Logo o Homem desembainhou sua espada e Aldor preparou-se para o que poderia acontecer. Ele estava pronto para investir contra todos se fosse preciso e a mensagem diplometica ja havia se tornado algo agressivo e humilhante.

Mas como os fortes ventos que sopram do Norte surgiu uam figura vindo da cidade silenciosa. Uma figura que lembrou-o e muito, a seu Senhor, Saruman. Era austero e transmitia calma e sabedoria e aqueles que estavam a sua volta se sentiam em uma aura de segurança.

Ouviu a voz do ancião e em seguida respondeu juntamente com uma sinue reverencia levando a mao sobre o peito:

- Saudações, sou Aldor de Isengard e este e Lothiriel, meu cavalo. Cavalgamos milhas e milhas sob ordem de Saruman de Isengard e agora nos deparamos com este reino. Trazemos uma mensagem muito importante, e ela e destinada a voce e a mais ninguem, Arkhorandil.

Ele se coloca em uma postura altiva como se o vigor dos Numenorianos de outrora tivesse tomado seu corpo. A luz do sol refletia em sua armadura prateada com detalhes em branco e preto como era de custume de Isengard. Seus olhos iam de encontro ao olhar de Arkhorandil e sua voz era grave:

- Lord Saruman, o Senhor de Isengard o chama a Isengard como seu convidado e honra. Com tais palavras ele o convoca:

E à estrela que se levanta a oeste digo que venha a Isengard, para que assuntos sejam resolvidos... assuntos daqueles que são mais antigos que a terra em que pisam, ou que o sol que paira sobre suas cabeças.

QUe a Sabedoria lhe Guie.
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MensagemAssunto: Re: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptyTer 08 Fev 2011, 11:55 am

Arkhorandîl arregalou os olhos e olhou diretamente nos de Aldor. Sua aparência se tornara diferente: seu traje ficara preto e feito de trapos enquanto seu rosto parecia menos desgastado, mais pálido e... estranho.

- Saruman? Hmm, nome familiar. Ah sim, Saruman o branco. Mas não queria falar com o meu senhor? Está certo, diga-o que irei. Na melhor das hipóteses, peço que me espere.

Ele bateu seu cajado no chão e sua aparência voltou a ser como era, um homem velho e curvado, que transmitia uma aurora de antiguidade e sabedoria, tanto quanto calma e serenidade. Mas antes que ele pudesse se mecher outra vez, um sujeito com os cabelos bem cuidados e roupas finas surgiu correndo de dentro da cidade; era Marthon (vide Glossário). Ele parou ao ver os demais, e Burtrus o empurrou com o ombro, não o suficiente para derrubar, mas sim para insultar. Foi aí que o sujeito falou, com um sotaque bem estranho.

- O que está acontecendo aqui?

Arkhorandîl pareceu cansado, e respondeu ao sujeito com a voz abafada.

- Nada, este sujeito veio só falar comigo.

Então veio uma garota bela, bonita e com trajes típicos dos haradrim. Era Fellas, e ao ver o sujeito abraçou Marthon pelas costas. Neste instante Arkhorandîl ficou irado e começou a gritar, todos podiam sentir uma vontade danada de obedecer.

- Volte para dentro, os dois! Se eu descobrir que fizeram alguma safadesa vou pregá-los de cabeça para baixo na varanda do pai de vocês!

Burtrus empurrou o sujeito, dessa vez o derrubando, e arrastou a jovem para dentro da cidade. Logo depois, quando voltou, jogou o sujeito para dentro do portão. Arkhorandîl voltara então ao normal, ele se preocupava muito com as vontades de Kugadov e vivia perseguindo Fellas e Marthon para evitar alguma paixão, mas também odiava a grosseira de Burtrus, com quem começou a gritar em uma lingua estranha enquanto entrava dentro da cidade.
Algum tempo depois o sujeito voltou, montado em uma carroça retangular puxada por quatro cavalos. Dentro, estava Arkhorandîl, Marthon e um terceiro homem, que quando a carroça se aproximou, ele falou com uma voz trêmula e uma expressão séria.


- Kastros.

Ele fez uma breve referência com a cabeça. Arkhorandîl assobiou, e os cavalos pararam, sem hesitar. Ele colocou a cabeça para fora e foi logo transmitindo sua paixão pelos animais a todos que o cercavam.

- Vamos? Vá na frente e eu lhe seguirei.
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MensagemAssunto: Re: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptyQua 09 Fev 2011, 9:00 am

Aldor acenou positivamente com a cabeça e esperou em silencio. Era clara a sua feição de cansaço mas ele permanecia firme. Antes que o mago voltasse, ele chamou ao homem que todos chamavam de Burtus e disse:

- Peço-lhes que alimentem e cuidem de meu bom Lothiriel. Ele cavalgou por muitas milhas e não esta em condições de continuar sem pausas. O Poder de meu senhor permanece em mim, me dando forças, mas a Lothiriel Lord Saruman não encantou. Preciso de outra montaria para viajar de volta e deixo-o como garantia de que voltarei para buscá-lo.

Passadas as negociações, a companhia de Arkhorandil já saia pelo portão e seguindo as recomendações do mago, ele logo se colocou a acompanhá-lo.
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MensagemAssunto: Re: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptyQua 09 Fev 2011, 1:44 pm

No auge da iluminação do dia, Burtrus resmungou alguma coisa em resposta, tendo em vista que não falava Westron ou qualquer outra língua diferente da de Mediolanum e dos Lietuvos. Como também não era um homem bom de semântica, ficou parado tentando decrifrar o que o sujeito dissera, quando um de seus homens aproximou-se e sussurrou no ouvido dele. Batendo o pé no chão e virando-se para seu 'escudeiro' debruçando-se de rir, falou alguma coisa de volta.
O soldado, então, correu para perto do cavalo, puxando-o delicadamente para dentro. O cavalo, estranhamente calmo, ainda estava encantado com a serenidade que Arkhorandîl transmitira para ele e não seria um homem tolo que tiraria isso dele.
Quando a comitiva estava para partir, o sujeito voltou com o cavalo, mas então não conseguiu alcançá-los e, portanto, voltou para Khilmandor.
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MensagemAssunto: Re: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptyDom 27 Fev 2011, 7:23 am

Algumas horas se passaram desde que Arkhorandîl partiu, o brilho do sol ficou mais pálido, e a Kugadov sentia um vazio, a ausência de alguma coisa. Irritado de ficar sentado, Kugadov levantou-se de seu trono e saiu do palácio sem que ninguém o visse, vagando pela cidade sem ser notado.
Passou um pouco mais de uma hora andando pelos corredores de Khilmandor, esperando que sua angústia passasse. Não sentia sua origem, ou seu objetivo, só sentia que era uma angústia forte.
Passado uma hora e poucos minutos, Kugadov se sentiu disposto, mas não curado de sua angústia, e resolveu voltar para o palácio.
A meio caminho do palácio, bem onde fica o mercado, Kugadov, trajado de uma armadura completa de bronze sem detalhes e sem capacete, viu um alvoroço, que despertou sua atenção, e era impossível ignorar um alvoroço quando é dono de onde esse alvoroço acontece. Quando se aproximou, por trás de uma camada de dois metros de expessão de pessoas, que observavam algo empolgadas e cercando o fato, ele não conseguiu ver nada. Foi aí que o 'murro' de espectadores se abriu, e dois homens voaram para fora, um em cima do outro, e caíram rolando por três metros, rolando enquanto se chutavam, empurravam e esmurravam.
Kugadov olhou tenso, olhando para o ponto de origem, onde havia uma dúzia de pessoas brigando, e para os dois que acabaram de sair aos murros. Um dos dois que havia saído dos limites da platéia estava trajado de uma malha de ferro com manga curta, um chapéu de couro triangular com as bordas cheias de lã, calças pretas surradas e com uma faca na mão. Ele levantou a faca, e a desceu fincando-a no ombro do sujeito perdedor, que berrou intensamente. Dando conta de sí, o vencedor deu conta da presença de Kugadov, e Kugadov reconheceu o vencedor: Burtrus Raulf.

Olhando com uma expressão de susto ou temor, por cima do sujeito cheio de sangue, Burtrus não conseguia abrir a boca. Kugadov, altivo na postura e firme na fala, falou com elegância, sem arregar a imagem de autoridade que todos viam.


- O que está acontecendo aqui, general?

Burtrus ainda passou mais um ou dois segundos com cara de lezado olhando para Kugadov, com receio ou temor, até que finalmente se levantou, batendo as mãos nas calças surradas para tentar limpar alguma coisa que Kugadov não entendera. Burtrus fitava a calça, para tentar ignorar e ao mesmo tempo pensar no que falar a Kugadov, o que ele fez dez segundos depois, enquanto os espectadores da briga em massa começavam a identificar Kugadov e pedir um aperto de mão e as vezes ousando um abraço.

- Meu rei, tu conhece os homens de Mediolanium! Eles gostam de briga, briga esportiva, uma disputa, eis o que fazemos. Porque está andando sem armas? É perigoso! Você é o rei, tem de sobreviver.

O líder de Medionalum, que não conseguia falar direito o nome de sua própria casa lietuva, correu até Kugadov, pondo um escudo, que estava nas suas costas, no braço de Kugadov, que negou com um simples gestos com a mão e um sorriso amistoso. O rei lietuvo apressou-se até o centro do palco (ou arena, se preferir), onde todos deram uma grande óóóóh! ao identificá-lo, e imediatamente os guerreiros pararam de brigar. Kugadov ficou ali, rodando lentamente, olhando nos olhos de todos aquelas pessoas feias, de trajes imudos e surrados, teve dó e pena deles, mas o que podia fazer, com um reino instável destes? Começar a produção de tecidos, e a abertura de algum tipo de indústria, seria um bom começo.
Após olhar o rosto de todos os pobres que ali estavam, olhou para os guerreiros: homens brutos, com barbas longas na maioria ruivas ou loiras, com trajes diversos. Então ele encontrou as palavras certas, e olhando para o povo, parou de girar em torno de sí para poder falar com sua voz calma e inteligente.


- Homens de mediolanum, ou meros participantes?! De qualquer forma, esta prática violenta não deve se seguir de mortes. Se querem brigar, briguem, mas em outro lugar, que eu designarei para tal prática. Até lá, evitem atrapalhar a vida dos cidadões de bem, e não firam seus adversários, pois sangue derramado não é necessário.

De onde estavam, era fácil de ver e escutar o portão principal da cidade. Foi neste momento que um grande relincho chamou a atenção de todos, que logo viram que não era um cavalo colossal, e sim o portão de abrindo. Do portão veio um sujeito alto, de cabelos descuidados e aparentemente úmidos, mas sujos, trajando uma malha de ferro de anéis, uma calça cinzenta de boa qualiadade, botas de couro e uma camisa de mangas longas por trás da malha. O homem guiava centenas de homens trajados apenas com tangas e um chapéu estranho, que vinham em duas filas atrás do sujeito da frente, muitas vezes os 'vizinhos' se ajudavam para carregar pedaços de carne enormes, algumas vezes os animais inteiros.
A multidão do mercado, incluindo Kugadov e Burtrus, ficaram olhando-os se aproximar, totalmente dopados pela curiosidade. Somente quando chegaram no mercado foi que o líder deles se aproximou, dando um suspiro alto. Todos já sabiam quem era: Ahmadinejad.
Ahmadinejad foi até seu pai, enquanto as centenas de homens corriam cidade a dentro.


- Trouxemos carne, meu pai. Carne para alguns dias, mas contamos com o comércio para poder aumentar a oferta de alimentos. Aqueles homens são recrutas da minha família, que desejam servir ao exército em algum futuro próximo.

Kugadov sorriu, desta vez com mais vontade, e pos a mão no ombro do filho, que desembainhou a espada, alisando a lâmida com um olhar de admiração de assustar qualquer um. Burtrus, aproveitando a chance, se virou e saiu dali sem ser percebido, para fazer alguma coisa a não ser brigar. Kugadov passou a tarde ali, arrumando o mercado e Ahmadinejad ficou a aprimorar sua doutrina de treinamento.

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Arkhorandîl

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MensagemAssunto: Re: Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor   Khilmandor, a Terra do Abençoada do Povo Seguidor EmptySex 01 Abr 2011, 11:00 am

O sol já havia nascido por trás das torras de madeira que o povo lietuvo chamava de muralha. A princípio, quando Arkhorandîl encarou os primeiros fios de luz, o sol nascia pálido, e por isso não acordara nem Kastros, nem Marthon. Segundos depois, a grande bola amarela surgiu no nesceu, tendo sua imagem cortadas pelas folhas das árvores, que passavam rápidas devido a correria dos cavalos, já estressados.
Em Khilmandor, o rei havia acordado cedo. As seis da manhã, coordenou o grupo de madeireiros na derrubada de algumas árvores. Às setes ele cuidou pessoalmente do cavalo de Isengard, banhando-o, limpando-o , alimentando-o e pentiando-o, sem se esquecer de punir Burtrus por não tê-lo feito. Mas isso tudo é o de menos, e o rei se sentia extremamente triste, ocioso, de uma forma da qual não se confortava. E isso era nítido, na sua voz desencorajada. Não sabia porquê, mas alguma peça estava lhe faltando.

Ainda sentado na cadeira do trono, o sol começou a brilhar com mais intensidade; eram oito horas. As pessoas passavam ao redor do rei, todos de sua família e parentescos. Entediado, Kugadov boiava na sua própria mente, apoiando seu rosto no cotovelo; e o que via parecia uma festa, pois seus parentes e amigos conversavam em um bolo de gente, todos bem servidos de vinho, não o melhor do mundo, mas o melhor que poderia se encontrar.
Então, finalmente, ele acordou. Viu um sujeito vindo em sua direção, não sabia julgar vir rápido ou devagar. Não era difícil saber quem é, devido aos trajes: Bagoo, o Grão-Mestre da Ordem Religiosa de Saralainn. Quando ele finalmente ficou diante do trono do Rei, curvou-se em reverência, e usou de palavras inteligentes e bem escolhidas, porém Kugadov não caiu na língua afiada do Grão-Mestre.


- Ó meu grande senhor, reconhecido soberano de todos os lietuvos! Sabe-se que nossa vida aqui é passageira e curta, e que logo nos encontramos nas núvens, rodeando o Guardião e fornecendo-lhe afeto, gratidão e conforto! Porém, até este dia, ele nos quer unidos e saudáveis. Da Ordem Religiosa de Saralainn não havia nada a ser reaproveitado! E, por este motivo, venho a ti pedir por recursos para construir minha casa de cura! Cuidar dos enfermos, para que eles sejam gratos ao Guardião, e depois da morte o ajudar, é o desejo de nosso grandioso protetor! E ao seu soberano, é claro!

- Sua fé e dedicação para com os enfermos me supreende e agrada, Bagoo. Porém não me deixo enganar; se não foi o Guardião que nos criou, de onde viemos? Já que, como diz a regra, o soberano manda no Guardião, obrigo-o a lançar-te o maior e pior castigo ou praga que já fora feita, pensada ou realizada!

- Ó meu senhor, não faça isso! Minha vida e dedicação serão desidratadas e morrerão! Pela proteção do Guardião, cancele sua praga antes que seja tarde demais!

- Se eu fosse você, correria para montar sua casa de cura e começar seu trabalho. Ao Guardião, eis as ordens: vigia-lo dia e noite, e se algum pensamento malígno o consumir, irá castigá-lo! Se não melhorar sua postura ética, matá-lo e enviá-lo para a Dor Eterna!

Toda vez que falava ao Guardião, Kugadov olhava para cima e falava com um tom bruto que, devido à confusão mental, Bagoo jurara ser algo de poder sobrenatural, divino. Após ouvir a última fala do rei, Bagoo levantou-se e foi correndo para fora. Logo após ter o visto sair, Kugadov olha para Haro e aponta para a porta. A mensagem fora recebida, e Haro já ia caminhando atrás do velho Bagoo para poder ajudá-lo.
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